CETESB assina termo de cooperação técnica com IPAAM

Órgãos ambientais estaduais de São Paulo e Amazonas celebram acordo com o objetivo de aprimorar o controle, a proteção e a conservação ambiental, especialmente na gestão de resíduos sólidos

A diretora-presidente da CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, Patrícia Iglecias, assinou hoje, 27/09, em conjunto com o diretor-presidente do IPAAM – Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, Juliano Marcos Valente de Souza, um termo de cooperação técnica com o intuito de integrar ações, entre os órgãos ambientais, que busquem a sustentabilidade, principalmente na gestão dos resíduos sólidos.

“Uma das marcas da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, atualmente, é o Programa “CETESB de Portas Abertas”. Transferir tecnologia e conhecimento para os outros estados da nação é uma meta fundamental”, explicou Patrícia Iglecias.

Os trabalhos de cooperação devem acontecer em áreas de interesse comum, com o levantamento e a disponibilidade compartilhada de informações sobre fiscalização ambiental e de monitoramento da qualidade do meio ambiente, com ênfase na gestão de resíduos sólidos e logística reversa – L.R..

Patrícia Iglecias, durante o encontro, propôs o desenvolvimento de programas de capacitação técnica dos profissionais da área, por intermédio de cursos e de treinamentos com ênfase na L.R. atrelada ao licenciamento ambiental.

Para o diretor-presidente do IPAAM, a CETESB é um órgão de referência técnica e a maior agência ambiental da América Latina, com seus 53 anos de fundação. “O atual termo trará um avanço na gestão dos resíduos sólidos e da logística reversa. Proporcionará, também, a troca de conhecimento e capacitação dos profissionais para as ações de controle ambiental”.

“Iniciaremos pela gestão dos resíduos sólidos e no futuro criaremos programas e treinamentos sobre qualidade das águas e do ar. A CETESB vai transferir conhecimento técnico de forma a proporcionar um avanço mútuo na busca de um meio ambiente equilibrado para todos os brasileiros”. Concluiu Patrícia Iglecias.