Câmara Ambiental do Setor SUCROENERGÉTICO

A Câmara

  • CASS foi criada em 11/10/2002.
  • Em 09/06/2005 foi criado a CMA – Comitê de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Setor Sucroalcooleiro (Associados UNICA e CTC), interface setorial com a CASS.
  • Protocolo Agroambiental assinado entre UNICA e Governo do ESP (SMA e SAA) em 04/06/2007,
  • Retomada em 17/08/2017, assume a Presidência o Engenheiro Alfred Szwarc representante da Única e o Secretário Evandro Gaiad Fischer, Gerente da Agência da CETESB de Franca.

Perfil do Setor

  • 160 unidades produtoras no ESP (382 no Brasil) em 08/2017.
  • 5,95 milhões ha de cultivo no ESP (safra 2017/2018)
  • 471 municipios
  • 14 mil produtores rurais
  • 323.000 empregos diretos
  • aprox. 1 milhão de empregos diretos e indiretos (atividades relacionadas com cultivo e processamento da cana). Número aumenta com empregos gerados na cadeia de comercialização e distribuição de açúcar, etanol e bioeletricidade.
  • 366 milhões toneladas de cana processada na safra 2016/2017 no ESP
  • 55% do processamento nacional
  • 24 milhões t açúcar (63%), 13 bilhões l etanol (48%) e 11.845 GWh de bioeletricidade (49,6%, oferta 2.538 GWh
  • 1,3 milhão residencias).
  • Derivados da cana
  • 1ª fonte de energia renovável no ESP.

Protocolo Agroambiental

  • Governo do Estado de São Paulo (SMA e SAA) e UNICA em 04/06/07
  • Diretivas do Protocolo:
    • Antecipação dos prazos para a eliminação da queima da cana-de-açúcar.
    • Proteção de matas ciliares e recuperação daquelas ao redor de nascentes.
    • Planos técnicos de conservação do solo e dos recursos hídricos.
    • Medidas de redução de emissões atmosféricas.
    • Atendimento das diretivas pela indústria.
    • Obtenção do Certificado de Conformidade Agroambiental.:
    • Fomento à pesquisa para o aproveitamento da palha.
    • Apoio à instalação da infraestrutura logística em São Paulo.

Resultados – 2021

  • Decisão de Diretoria 126/21/P de 16/12/2021 – Estabelece o Procedimento Técnico para a Aplicação de Resíduos Gerados nas Usinas de Produção de Etanol e Açúcar e para o Licenciamento de Pátios de Mistura de Resíduos.
    Dispõe sobre o procedimento técnico para aplicação de cinzas de caldeira, geradas pela indústria sucroenergética, na agricultura canavieira, conforme Decisão de Diretoria n.º 016/2019/C, de 25 de fevereiro de 2019, no âmbito da Câmara Ambiental do Setor Sucroenergético – CASS.

Resultados – 2016

  • 97,5% da área de cana do ESP sem queima na colheita;
  • Desde 2007 emissão evitada de 9,27 milhões t CO₂ eq e 56 milhões t CO, HC e NOx;
  • Emissões GEE evitadas equivalem à emissão de ~162 mil ônibus circulando durante um ano;
  • Setor Sucroenergético ESP ativo de 3.747 colhedoras (próprias e terceirizadas), versus 753 na safra 2007/08;
  • Mais de 200 mil hectares de áreas ciliares e 8.230 nascentes protegidas e recuperadas;
  • 60% das usinas signatárias possuem programas de restauração florestal de seus fornecedores de cana;
  • Desde 2010, redução em 40% o consumo de água para o processamento industrial (sistemas de reuso, aprimoramento de processos industriais e avanço da colheita mecanizada);

Produtos Futuros

  • 2ª fase de Protocolo Agroambiental – inserção efetiva da Cetesb
  • divulgação interna do texto para todas agencias e áreas de apoio.
  • Licenciamento: vantagens para aderentes ao Protocolo Agroambiental
  • extensão de prazos de validade etc. Maior padronização nas abordagens pelas agencias para aplicação de Norma e exigências.
  • Implementação de sistemática para mapas e plantas em escala digitais.
  • Revisão da Norma P 4.231 (Critérios e procedimentos para aplicação no solo agrícola).